Ensino & Aprendizagem
Este espaço tem a intenção de compartilhar saberes. E o saber é algo em constante crescimento portanto, espero que mais que um local de postagens este se torne um veículo de viagens intermináveis.
Eu sempre me preocupei muito com aquilo que as escolas fazem com as crianças.
Agora estou me preocupando com aquilo que as escolas fazem com os professores. (Rubem Alves)
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quinta-feira, 5 de junho de 2014
terça-feira, 14 de agosto de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
domingo, 5 de agosto de 2012
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
PINTE O PRESENTE DE SEU PAI.
Oficina de pintura infantil
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De 06 a 12 de Agosto de 2012
Leonel Matto
Chá de Fralda do Baby de Fátima
Será dia 08 de agosto de 2012, quarta feira, às 19:00 horas, na UNEB, o chá de fraldas do tão amado e esperado Antônio Ricardo, filhote de nossa colega Maria de Fátima.
JÁ ESTAMOS ARRUMADOS ESPERANDO A SUA CHEGADA, VAI SER UMA FESTA!!!!
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[SSA] Amoroso Samba, com Cris D’Ávila e Simone Mota (em temporada)
O QUÊ:
SHOW AMOROSO SAMBA
QUANDO:
Às quartas-feiras de agosto na VARANDA DO SESI, Rio Vermelho, 21h30
COUVERT: 10,00 (Varanda) e 12,00 (Pedra)
SHOW AMOROSO SAMBA
QUANDO:
Às quartas-feiras de agosto na VARANDA DO SESI, Rio Vermelho, 21h30
Às sextas-feiras, no Bar Pedra da Sereia, Rio Vermelho, às 19h00.
Docentes são recebidos para o 2º semestre de 2012 com uma palestra da Profª Drª Cristina D’Ávila, da Universidade Federal da Bahia, sobre os Desafios da Docência no Ensino Superior.
TEXTO: Tathiane MesquitaA professora Cristina D'Avila em palestra proferida na Capital Federal no dia 18 de julho citou os "dilemas atuais da docência, como a revolução científica e tecnológica, que os profissionais precisam inovar na prática pedagógica. “Tenho 25 anos de experiência no ensino superior e todo dia sou surpreendida em sala de aula. Precisamos, no exercício diário, criar melhores condições de exercer a docência como uma profissão de saberes", afirmou."
em: http://www.ucb.br/Noticias/2/3686/AcolhidaAosProfessores/
ESPAÇOS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL DO PEDAGOGO: APROFUNDANDO O OLHAR EM GESTÃO ESCOLAR
Um trabalho realizado pelas alunas: Adilane Simão, Edjane Souza, Jacqueline Fonseca, Joelia Alves e Joilda Tanure, do Curso de Pedagogia 2012.1, noturno da Universidade do Estado da Bahia.
O que
se pretende com este trabalho de pesquisa é, através deste Blog, listar
alguns possíveis campos de atuação do profissional pedagogo dando especial
enfoque aos seus papéis frente à gestão escolar. Compreendendo, entretanto, que embora caiba ao gestor o
papel dirigente o processo de gestão precisa ser democrático e
descentralizado.
2.0. ESPAÇOS ONDE OCORRE A ATUAÇÃO DO PEDAGOGO
Há muito se pensa o pedagogo como profissional limitado a atuação nas escolas, a esta ideia vem se dissipando à medida que aparecem cada vez mais seus desempenhos em empresas, organizações não governamentais (ONGs), sindicatos, hospitais, Justiça entre outras instituições.
2.1. O PEDAGOGO NA GESTÃO ESCOLAR
2.2. SEGUNDO LIBÂNEO: Competências pedagógicas dentro do espaço escolar
2.2.1. Estrutura Organizacional
Conselho de escola
2.2.3. Objetivo da gestão
A organização e a gestão da escola visam:
2.2.4. Processos de gestão –
diferentes concepções
2.3. DIREÇÃO, O PROFISSIONAL: PERFIL
E ATRIBUIÇÕES
Referências
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação. 33. ed. São Paulo: Brasiliense, 1995.
GADOTTI, Moacir. Organização do trabalho na escola. 2. ed. São Paulo : Ática, 1994.
APRESENTAÇÃO
A gestão das
instituições de ensino, assim como as demais instituições, tem sido levada a
pensar em mudanças para acompanhar as transformações de um mundo globalizado no
qual avanços científicos e tecnológicos convidam à reestruturação face às novas
exigências e qualificações dos profissionais no mercado de trabalho.
Pensando nisto
e na nova Lei de Diretrizes e Bases (LDB) as metas a serem alcançadas apontam
para um problema social e que demanda da participação coletiva voltada para a
formação cultural, social e política com base na ética.
Desta forma,
acreditamos ser necessária uma visão macro e ao mesmo tempo centrada no
ambiente escolar para melhor compreender a dinâmica desta instituição. E, tendo
em vista que consta no currículo para formação do pedagogo o conhecimento do
contexto institucional e sociopolítico da educação, bem como suas relações com
a escola, nada mais lógico e que justifique a atuação deste profissional frente
a gestão escolar.
2.0. ESPAÇOS ONDE OCORRE A ATUAÇÃO DO PEDAGOGO
Há muito se pensa o pedagogo como profissional limitado a atuação nas escolas, a esta ideia vem se dissipando à medida que aparecem cada vez mais seus desempenhos em empresas, organizações não governamentais (ONGs), sindicatos, hospitais, Justiça entre outras instituições.
2.1. O PEDAGOGO NA GESTÃO ESCOLAR
Para melhor compreender aquilo de que se fala, é necessário esclarecer
que a origem da palavra Gestão advém do verbo latino gero, gessi, gestum,
gerere, cujo significado é levar sobre si, carregar, chamar para si,
executar, exercer e gerar. Desse modo, entende-se que gestão é pensar, planejar
e executar um novo modo de administrar uma realidade.
De fato, a
escola não pode ser mais uma instituição isolada em si mesma, separada da
realidade circundante, mas integrada numa comunidade que interage com a vida
social mais ampla. Portanto o envolvimento e a troca entre estas duas
instâncias é fundamental e indissociável.
Os diretores da escola ou
dirigente de unidade escolar e seu vice, são responsáveis pela coordenação das
atividades escolares e devem ser capazes de promover esta interação da melhor
forma. Isso significa, por exemplo, criar mecanismos e condições favoráveis
para envolvê-los na elaboração do projeto político-pedagógico da unidade. E
para que aconteça o envolvimento da turma, é preciso que o diretor coloque-se
de fato a serviço do pedagógico assumindo o seu papel na organização
administrativa como líder pedagógico e crie um ambiente democrático, pois é uma
tarefa difícil, uma vez que aqueles que ocupam os cargos de liderança precisam
aprender a aceitar novas ideias e críticas. Portanto, o diretor deve ser o
articulador da proposta pedagógica e, além disso, decifrar e compartilhar as
informações contidas em leis que afetam o cotidiano escolar. Ressaltar as
funções educativas de todos os funcionários, providenciar condições materiais e
estruturais para que todos possam realizar seu trabalho.
Na instituição escolar, a administração é que proporciona o resultado
e esta se desenvolve no atendimento ao conjunto de características que a escola
apresenta. Isto serve para compreender que uma boa atuação frente à direção e o
bom funcionamento da escola podem significar preocupação com a educação que
contribui com a elevação do nível de aprendizado dos alunos.
Fica
latente que o aprendizado ocorre também no engajamento pelas causas dentro da
escola e da comunidade, pois segundo Brandão, "ninguém escapa à educação,
pois ela se dá nas práticas diárias onde haja ensino e aprendizagem". O
que faz o sujeito atuante nos acontecimentos dentro da escola e cidadão
responsável politicamente.
Por isso,
segundo Moacir Gadotti (1994 p. 124) "o ato educativo é essencialmente
político. O papel do pedagogo é um papel político". ou seja, não
se pode educar, verdadeiramente, sem a promoção de condições de
ensino-aprendizagem que tenham como objetivo a conscientização do homem quanto
à sua inserção social e sua atuação como cidadão.
Mais completo
ainda é o que diz Libâneo (2004, p.29) quando afirma:
A
meu ver, a Pedagogia ocupa-se, de fato, dos processos educativos, métodos,
maneiras de ensinar, mas antes disso ela tem um significado bem mais amplo, bem
mais globalizante. Ela é um campo de conhecimentos sobre a problemática
educativa na sua totalidade e historicidade e, ao mesmo tempo, uma diretriz
orientadora da ação educativa. O pedagógico refere-se a finalidades da ação
educativa, implicando objetivos sócio políticos a partir dos quais se
estabelecem formas organizativas e metodológicas da ação educativa.
Essa visão proporciona um entendimento da importância da gestão
pedagógica para traçar o perfil da escola, seu lugar na comunidade, seus
direcionamentos e objetivos, a participação e desempenhos dos profissionais da
escola.
2.2. SEGUNDO LIBÂNEO: Competências pedagógicas dentro do espaço escolar
Mediante as pesquisas realizadas
encontramos em Educação Escolar: políticas, estrutura e Organização (2011), de autoria de José Carlos Libâneo, um compendio para a docência em formação que pode
ajudar a compreender melhor tais colocações.
Para o autor ( p.293), a gestão é a atividade pela qual são
mobilizados meios e procedimentos para atingir os objetivos envolvendo
basicamente os aspectos gerenciais e técnico-administrativos sendo, portanto, a
atividade que põe em ação o sistema organizacional. E que a gestão escolar
constitui uma das áreas de atuação profissional na educação destinada a
realizar o planejamento, a organização, a liderança, a orientação, a mediação,
a coordenação, o monitoramento e a avaliação dos processos necessários à
efetividade das ações educacionais orientadas para a promoção da aprendizagem e
formação dos alunos.
Assim, a gestão escolar, como área de atuação, constitui-se, pois, em
um meio para a realização das finalidades, princípios, diretrizes e objetivos
educacionais orientadores da promoção de ações educacionais com qualidade
social, isto e, atendendo bem a toda a população, respeitando e considerando as
diferenças de todos os seus alunos, promovendo o acesso e a construção do
conhecimento a partir de práticas educacionais participativas, que fornecem
condições para que o educando possa enfrentar criticamente os desafios de se
tornar um cidadão atuante e transformador da realidade sociocultural e
econômica vigente, e de dar continuidade permanentemente aos seus estudos.
Conselho de escola
Direção, Assistente de direção ou coordenador de turno
Setor técnico administrativo: Secretaria escolar, serviço de zeladora,
limpeza, vigilância, multimeios (biblioteca, laboratório, videoteca)
Setor Pedagógico: Conselho de classe, coordenação pedagógica e
orientação educacional
Professores e alunos
Pais e comunidade – APM
2.2.2. Áreas de atuação da
organização e da gestão da escola- Planejamento e projeto pedagógico-curricular
- Organização e desenvolvimento do currículo
- Organização e desenvolvimento do ensino
- Praticas de gestão técnico-adminstrativas e pedagógico-curriculares
- Desenvolvimento profissional
- Avaliação institucional e da aprendizagem
2.2.3. Objetivo da gestão
A organização e a gestão da escola visam:
·
Promover
as condições, os meios e todos os recursos necessários ao ótimo funcionamento
da escola e do trabalho em sala de aula;
·
Promover
o envolvimento das pessoas no trabalho por meio da participação e fazer o
acompanhamento e a avaliação dessa participação, tendo como referencia os
objetivos da aprendizagem;
·
Garantir
a realização da aprendizagem de todos os alunos.
É
preciso entender que o trabalho escolar é uma ação de caráter coletivo,
realizado a partir da participação conjunta e integrada dos membros de todos os
segmentos da comunidade escolar e só mediante a prática participativa, é
possível superar o exercício do poder individual e de referência e promover a
construção do poder da competência, centrado na unidade social escolar como um
todo. Este decidir e agir sobre questões que lhe são afetas dá à unidade social
vigor e direcionamento firme alcançados apenas através da ação participativa e
com a prática realizada a partir do respeito a certos valores substanciais, como
ética, solidariedade, equidade e compromisso.
O autor elenca como habilidades
para acompanhar os processos de ensino e aprendizagem a fim de estabelecer
metas e estratégias e implementar propostas educacionais que assegurem o
sucesso escolar dos alunos:
· Assegurar o
espaço de formação no contexto de trabalho;
· Promover a
elaboração e a atualização do PPP;
· Estimular e
orientar a promoção da aprendizagem profissional do grupo, pela reflexão, com
base em sua atuação;
· Observar
objetivamente o desempenho, dar feedback e identificar a necessidade de
melhorias educacionais;
· Estar atento a
tudo que diz respeito às condições dos processos de ensino e de aprendizagem
dos alunos.
Diz ainda que é preciso ter capacidades
de liderar as equipes para o trabalho conjunto e estimular o
desenvolvimento profissional e a responsabilidade de todos pelos resultados da
escola. Para alcançar esses objetivos, é preciso saber:
· Comunicar-se
eficazmente com a comunidade interna e externa;
· Planejar
ações e envolver as pessoas na sua realização;
· Negociar,
promover mediações e resolver conflitos;
· Manter as
expectativas elevadas e ter uma orientação proativa;
· Promover o
desenvolvimento de lideranças em seus grupos;
· Estabelecer redes
de relacionamento e intercâmbio profissional e institucional;
· Lidar com a
diversidade de professores, funcionários, alunos, pais e comunidade;
· Conviver com as
resistências a mudanças;
· Identificar as
limitações e as dificuldades de seus profissionais e buscar ajuda para que
possam atuar de forma eficaz;
Segundo Libâneo os processos de gestão assumem diferentes concepções
conforme a intencionalidade em relação às finalidades sociais e políticas da
educação. Em um extremo temos a concepção tecnico-cientifica e em outro a
socio-critica. Conforme os últimos estudos sobre os estilos de gestão escolar
Libâneo classifica quatro concepções de gestão: a técnico-científica, a auto
gestionária, a interpretativa e a democrática-participativa.
Concepção
técnico-científica, esta se baseia na hierarquia de cargos e
funções, nas regras e procedimentos administrativos, visando sempre à
racionalização dos trabalhos e a eficiência dos serviços escolares. Também
conhecida em sua visão mais conservadora como administração clássica ou
burocrática.
Concepção sócio-crítica. Com exceção da concepção baseada na
formação cultural e científica tendem a deslocar os legítimos objetivos da
escola, ligados ao conhecimento, para as práticas de gestão, de modo que o
objetivo da escola seria estabelecer relações democráticas e participativas.
Carregam, assim, a ilusão de que situar os objetivos escolares nos processos de
gestão democrática ou nas vivências culturais cotidianas dos alunos, não
haveria necessidade de preocupação com as questões mais pontuais do ensino e
aprendizagem que incidem na sala de aula, elas resolveriam o problema educativo
por si mesmas.
Concorda-se
que a participação é o principal meio de se assegurar à gestão democrática da
escola, possibilitando o envolvimento de profissionais e usuários no processo
de tomada de decisões e no funcionamento da organização escolar.
Concepção
autogestionária tem base
na responsabilidade coletiva sem a presença de uma direção centralizada. Existe
uma tendência nessa concepção de recusar o exercício da autoridade e as formas
sistematizadas de organização e gestão. Valoriza muito a capacidade do grupo
criar, instituir as suas próprias regras.
Concepção
interpretativa considera
como elemento prioritário na análise dos processos de organização e gestão os
significados subjetivos, as intenções e a interação das pessoas. Opondo-se
fortemente à concepção científico-racional pela sua rigidez normativa e por
considerar as organizações como realidades objetivas; o enfoque interpretativo
vê as práticas organizativas como uma construção social com base nas
experiências subjetivas e nas interações sociais. Privilegia menos o ato de
organizar e mais a "ação organizadora" em que se vivenciam valores e
práticas compartilhados.
Concepção
democratica-participativa
baseia-se
na relação orgânica entre a direção e a participação dos membros da equipe.
Acentua a importância da busca de objetivos comuns assumidos por todos. Defende
uma forma coletiva de tomada de decisões, após a decisão tomada cada pessoa
deve se responsabilizar por sua parte, admitindo a avaliação sistemática.
A direção escolar e compreendida como uma
função desempenhada na escola, com a tarefa de dirigir a instituição, através
de um conjunto de ações e processos caracterizados como políticos-pedagógicos.
Cabe ao diretor coordenar,
organizar e gerenciar todas as atividades da escola, auxiliando pelos demais
elementos do corpo técnico-administrativo e do corpo de especialistas. Atender
as leis, aos regulamentos e as determinações dos órgãos superiores dos sistemas
de ensino e as decisões no âmbito da escola assumidas pela equipe escolar e
pela comunidade.
O Diretor de
Escola tem de agregar um perfil profissional que lhe possibilitem várias
características pessoais e funcionais dignas ao cargo trazendo para comunidade
escolar qualidade no funcionamento do estabelecimento que dirige. Um bom
diretor deve observar pesquisar e refletir sobre o cotidiano escolar de forma a
aprimorá-lo conscientemente, compreender os fatores políticos e sociais que
interferem no cotidiano escolar para promover a integração com a comunidade
construindo relações de cooperação que favoreçam a formação de redes de apoio e
a aprendizagem recíproca; propor e planejar ações que, voltadas para o contexto
sócio-econômico e cultural do entorno escolar, incorporem as demandas e os anseios
da comunidade local aos propósitos pedagógicos da escola; valorizar a gestão
participativa como forma de fortalecimento institucional e de melhoria dos
resultados de aprendizagem dos alunos; articular e executar as políticas
educacionais, na qualidade de líder e mediador entre essas políticas e a
proposta pedagógica da escola, construída no coletivo da comunidade escolar;
reconhecer a importância das ações de formação continuada para o aprimoramento
dos profissionais que atuam na escola, criando espaços que favoreçam o
desenvolvimento dessas ações; cuidar para que as ações de formação continuada
se traduzam efetivamente em contribuição ao enriquecimento da prática
pedagógica em sala de aula;acompanhar e avaliar o desenvolvimento da proposta
pedagógica e os indicadores de aprendizagem com vistas à melhoria do desempenho
da escola, compreender os princípios e diretrizes da administração pública e
incorporá-los à prática gestora no cotidiano da administração escolar.
O diretor deve possuir uma serie de atribuições das quais muitas delas
depende um bom conhecimento legal, administrativo, financeiro, pedagógico e de
resultados. A existência de
padrões de competência é considerada uma condição básica para orientar e definir
a seleção dos diretores escolares. Embora as Secretarias de Educação afirmem
ter esses padrões o que se percebe é que se tratam de pré-requisitos, como
tempo de serviço, qualificação profissional e experiência docente - que não
garantem o domínio das habilidades exigidas para o cargo.
CONCLUSÃO
Mediante as
mudanças que vem ocorrendo no mundo globalizado, as escolas e os profissionais
de educação, assim como demais segmentos, são levados a repensar as estruturas
visando fortalecer as potencialidades, visto que organização e competências
tornam-se fatores preponderantes para alcançar o sucesso. Para tanto a ruptura
com velhos paradigmas são forçosamente necessários, ao passo que não se concebe
mais uma gestão que não contemple a multiplicidade e a participação.
Assim, sabendo
das atribuições do gestor, das quais muitas delas dependem um bom
conhecimento legal, administrativo, financeiro, pedagógico e de resultados e entendendo a pedagogia como o campo do
conhecimento que estuda a educação como um todo, nada mais apropriado que o
profissional desta área se engaje na implementação dos projetos e gestão da
instituição escolar.
Conforme foi dito, no decorrer das pesquisas realizadas encontramos em "Educação Escolar: políticas, estrutura e Organização" (2011), de autoria de José Carlos Libâneo, um compendio para a " docência em formação" que pode ajudar a compreender melhor tais colocações e que por fim serviu como fonte principal desta pesquisa.
Conforme foi dito, no decorrer das pesquisas realizadas encontramos em "Educação Escolar: políticas, estrutura e Organização" (2011), de autoria de José Carlos Libâneo, um compendio para a " docência em formação" que pode ajudar a compreender melhor tais colocações e que por fim serviu como fonte principal desta pesquisa.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação. 33. ed. São Paulo: Brasiliense, 1995.
GADOTTI, Moacir. Organização do trabalho na escola. 2. ed. São Paulo : Ática, 1994.
LIBÂNEO. José Carlos. Pedagogia e Pedagogos, para quê? São Paulo: Cortez, 2004.
LIBÂNEO. José Carlos. Educação Escolar: políticas, estrutura e
organização. 10. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
OLIVEIRA, Dalila Andrade. Política e gestão da educação.
2. ed. Belo Horizonte.: Autentica, 2008.
A dimensão participativa da gestão
escolar
Disponível em: <http://eventos.tmunicipal.org.br/gestaoescolar/material_didatico/ed_01julho_texto.pdf> Acesso em 29 de Julho de 2012.
Disponível em: < http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/1383-6.pdf> Acesso em 29 de Julho de 2012.
terça-feira, 31 de julho de 2012
VOCE SABIA...
A palavra Pedagogia tem origem na Grécia Antiga e é formada pela palavra paidós (criança) e agogé (condução)? Já a palavra paideia significa, segundo o estudioso da cultura grega Werner Jaeger, o "processo de educação em sua forma verdadeira, a forma natural e genuinamente humana".
fonte: http://unebpedagogia2010vespertino.blogspot.com.br/2010/08/equipe-caren-teixeira-joilda-neilma_12.html#comment-form
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
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