Eu sempre me preocupei muito com aquilo que as escolas fazem com as crianças.
Agora estou me preocupando com aquilo que as escolas fazem com os professores. (Rubem Alves)

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segunda-feira, 6 de agosto de 2012

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

PINTE O PRESENTE DE SEU PAI.


Oficina de pintura infantil
Inscrições GRATUITAS no ateliê de Leonel Mattos SALVADOR SHOPPING
De 06 a 12 de Agosto de 2012
Leonel Matto

Chá de Fralda do Baby de Fátima

Será dia 08 de agosto de 2012, quarta feira, às 19:00 horas, na UNEB, o chá de fraldas do tão amado e esperado Antônio Ricardo, filhote de nossa colega Maria de Fátima.

JÁ ESTAMOS ARRUMADOS ESPERANDO A SUA CHEGADA, VAI SER UMA FESTA!!!!




[SSA] Amoroso Samba, com Cris D’Ávila e Simone Mota (em temporada)

O QUÊ:
                        SHOW AMOROSO SAMBA
QUANDO:
           
 Às quartas-feiras de agosto na VARANDA DO SESI, Rio Vermelho, 21h30
 Às sextas-feiras, no Bar Pedra da Sereia, Rio Vermelho, às 19h00.

COUVERT:     10,00 (Varanda) e 12,00 (Pedra)


Docentes são recebidos para o 2º semestre de 2012 com uma palestra da Profª Drª Cristina D’Ávila, da Universidade Federal da Bahia, sobre os Desafios da Docência no Ensino Superior.

A professora Cristina D'Avila em palestra proferida na Capital Federal no dia 18 de julho citou os "dilemas atuais da docência, como a revolução científica e tecnológica, que os profissionais precisam inovar na prática pedagógica. “Tenho 25 anos de experiência no ensino superior e todo dia sou surpreendida em sala de aula. Precisamos, no exercício diário, criar melhores condições de exercer a docência como uma profissão de saberes", afirmou." 
                    TEXTO: Tathiane Mesquita


                                      em:   http://www.ucb.br/Noticias/2/3686/AcolhidaAosProfessores/

ESPAÇOS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL DO PEDAGOGO: APROFUNDANDO O OLHAR EM GESTÃO ESCOLAR

Um trabalho realizado pelas alunas: Adilane Simão, Edjane Souza, Jacqueline Fonseca, Joelia Alves e Joilda Tanure, do Curso de Pedagogia 2012.1, noturno da Universidade do Estado da Bahia.


APRESENTAÇÃO

A gestão das instituições de ensino, assim como as demais instituições, tem sido levada a pensar em mudanças para acompanhar as transformações de um mundo globalizado no qual avanços científicos e tecnológicos convidam à reestruturação face às novas exigências e qualificações dos profissionais no mercado de trabalho.

Pensando nisto e na nova Lei de Diretrizes e Bases (LDB) as metas a serem alcançadas apontam para um problema social e que demanda da participação coletiva voltada para a formação cultural, social e política com base na ética.

Desta forma, acreditamos ser necessária uma visão macro e ao mesmo tempo centrada no ambiente escolar para melhor compreender a dinâmica desta instituição. E, tendo em vista que consta no currículo para formação do pedagogo o conhecimento do contexto institucional e sociopolítico da educação, bem como suas relações com a escola, nada mais lógico e que justifique a atuação deste profissional frente a gestão escolar.

O que se pretende com este trabalho de pesquisa é, através deste Blog,  listar alguns possíveis campos de atuação do profissional pedagogo dando especial enfoque aos seus papéis frente à gestão escolar. Compreendendo, entretanto, que embora caiba ao gestor o papel dirigente o processo de gestão precisa ser democrático e descentralizado. 



2.0. ESPAÇOS ONDE OCORRE A ATUAÇÃO DO PEDAGOGO  

Há muito se pensa o pedagogo como profissional limitado a atuação nas escolas, a esta ideia vem se dissipando à medida que aparecem cada vez mais seus desempenhos em empresas, organizações não governamentais (ONGs), sindicatos, hospitais, Justiça entre outras instituições.


2.1.  O PEDAGOGO NA GESTÃO ESCOLAR



Para melhor compreender aquilo de que se fala, é necessário esclarecer que a origem da palavra Gestão advém do verbo latino gero, gessi, gestum, gerere, cujo significado é levar sobre si, carregar, chamar para si, executar, exercer e gerar. Desse modo, entende-se que gestão é pensar, planejar e executar um novo modo de administrar uma realidade.

De fato, a escola não pode ser mais uma instituição isolada em si mesma, separada da realidade circundante, mas integrada numa comunidade que interage com a vida social mais ampla. Portanto o envolvimento e a troca entre estas duas instâncias é fundamental e indissociável.

Os diretores da escola ou dirigente de unidade escolar e seu vice, são responsáveis pela coordenação das atividades escolares e devem ser capazes de promover esta interação da melhor forma. Isso significa, por exemplo, criar mecanismos e condições favoráveis para envolvê-los na elaboração do projeto político-pedagógico da unidade. E para que aconteça o envolvimento da turma, é preciso que o diretor coloque-se de fato a serviço do pedagógico assumindo o seu papel na organização administrativa como líder pedagógico e crie um ambiente democrático, pois é uma tarefa difícil, uma vez que aqueles que ocupam os cargos de liderança precisam aprender a aceitar novas ideias e críticas. Portanto, o diretor deve ser o articulador da proposta pedagógica e, além disso, decifrar e compartilhar as informações contidas em leis que afetam o cotidiano escolar. Ressaltar as funções educativas de todos os funcionários, providenciar condições materiais e estruturais para que todos possam realizar seu trabalho. 

Na instituição escolar, a administração é que proporciona o resultado e esta se desenvolve no atendimento ao conjunto de características que a escola apresenta. Isto serve para compreender que uma boa atuação frente à direção e o bom funcionamento da escola podem significar preocupação com a educação que contribui com a elevação do nível de aprendizado dos alunos.

Fica latente que o aprendizado ocorre também no engajamento pelas causas dentro da escola e da comunidade, pois segundo Brandão, "ninguém escapa à educação, pois ela se dá nas práticas diárias onde haja ensino e aprendizagem". O que faz o sujeito atuante nos acontecimentos dentro da escola e cidadão responsável politicamente.

Por isso, segundo Moacir Gadotti (1994 p. 124) "o ato educativo é essencialmente político. O papel do pedagogo é um papel político".  ou seja, não se pode educar, verdadeiramente, sem a promoção de condições de ensino-aprendizagem que tenham como objetivo a conscientização do homem quanto à sua inserção social e sua atuação como cidadão.

Mais completo ainda é o que diz Libâneo (2004, p.29) quando afirma:
A meu ver, a Pedagogia ocupa-se, de fato, dos processos educativos, métodos, maneiras de ensinar, mas antes disso ela tem um significado bem mais amplo, bem mais globalizante. Ela é um campo de conhecimentos sobre a problemática educativa na sua totalidade e historicidade e, ao mesmo tempo, uma diretriz orientadora da ação educativa. O pedagógico refere-se a finalidades da ação educativa, implicando objetivos sócio políticos a partir dos quais se estabelecem formas organizativas e metodológicas da ação educativa.

Essa visão proporciona um entendimento da importância da gestão pedagógica  para traçar o perfil da escola, seu lugar na comunidade, seus direcionamentos e objetivos, a participação e desempenhos dos profissionais da escola. 

2.2.  SEGUNDO LIBÂNEO: Competências pedagógicas dentro do espaço escolar


Mediante as pesquisas realizadas encontramos em Educação Escolar: políticas, estrutura e Organização (2011), de autoria de José Carlos Libâneo, um compendio para a docência em formação que pode ajudar a compreender melhor tais colocações.

Para o autor ( p.293), a gestão é a atividade pela qual são mobilizados meios e procedimentos para atingir os objetivos envolvendo basicamente os aspectos gerenciais e técnico-administrativos sendo, portanto, a atividade que põe em ação o sistema organizacional. E que a gestão escolar constitui uma das áreas de atuação profissional na educação destinada a realizar o planejamento, a organização, a liderança, a orientação, a mediação, a coordenação, o monitoramento e a avaliação dos processos necessários à efetividade das ações educacionais orientadas para a promoção da aprendizagem e formação dos alunos.

Assim, a gestão escolar, como área de atuação, constitui-se, pois, em um meio para a realização das finalidades, princípios, diretrizes e objetivos educacionais orientadores da promoção de ações educacionais com qualidade social, isto e, atendendo bem a toda a população, respeitando e considerando as diferenças de todos os seus alunos, promovendo o acesso e a construção do conhecimento a partir de práticas educacionais participativas, que fornecem condições para que o educando possa enfrentar criticamente os desafios de se tornar um cidadão atuante e transformador da realidade sociocultural e econômica vigente, e de dar continuidade permanentemente aos seus estudos. 

2.2.1. Estrutura Organizacional

Conselho de escola
Direção, Assistente de direção ou coordenador de turno
Setor técnico administrativo: Secretaria escolar, serviço de zeladora, limpeza, vigilância, multimeios (biblioteca, laboratório, videoteca)
Setor Pedagógico: Conselho de classe, coordenação pedagógica e orientação educacional
Professores  e  alunos
Pais e comunidade – APM
2.2.2. Áreas de atuação da organização e da gestão da escola


  • Planejamento e projeto pedagógico-curricular
  • Organização e desenvolvimento do currículo
  • Organização e desenvolvimento do ensino
  • Praticas de gestão técnico-adminstrativas e pedagógico-curriculares
  • Desenvolvimento profissional
  • Avaliação institucional e da aprendizagem

2.2.3. Objetivo da gestão


 A organização e a gestão da escola visam:
·         Promover as condições, os meios e todos os recursos necessários ao ótimo funcionamento da escola e do trabalho em sala de aula;
·         Promover o envolvimento das pessoas no trabalho por meio da participação e fazer o acompanhamento e a avaliação dessa participação, tendo como referencia os objetivos da aprendizagem;
·         Garantir a realização da aprendizagem de todos os alunos.
É preciso entender que o trabalho escolar é uma ação de caráter coletivo, realizado a partir da participação conjunta e integrada dos membros de todos os segmentos da comunidade escolar e só mediante a prática participativa, é possível superar o exercício do poder individual e de referência e promover a construção do poder da competência, centrado na unidade social escolar como um todo. Este decidir e agir sobre questões que lhe são afetas dá à unidade social vigor e direcionamento firme alcançados apenas através da ação participativa e com a prática realizada a partir do respeito a certos valores substanciais, como ética, solidariedade, equidade e compromisso.
O autor elenca como habilidades para acompanhar os processos de ensino e aprendizagem a fim de estabelecer metas e estratégias e implementar propostas educacionais que assegurem o sucesso escolar dos alunos:
·         Assegurar o espaço de formação no contexto de trabalho;
·         Promover a elaboração e a atualização do PPP;
·         Estimular e orientar a promoção da aprendizagem profissional do grupo, pela reflexão, com base em sua atuação;
·         Observar objetivamente o desempenho, dar feedback e identificar a necessidade de melhorias educacionais;
·         Estar atento a tudo que diz respeito às condições dos processos de ensino e de aprendizagem dos alunos.
Diz ainda que é preciso ter capacidades de liderar as equipes para o trabalho conjunto e estimular o desenvolvimento profissional e a responsabilidade de todos pelos resultados da escola. Para alcançar esses objetivos, é preciso saber:
·          Comunicar-se eficazmente com a comunidade interna e externa;
·          Planejar ações e envolver as pessoas na sua realização;
·          Negociar, promover mediações e resolver conflitos;
·          Manter as expectativas elevadas e ter uma orientação proativa;
·          Promover o desenvolvimento de lideranças em seus grupos;
·         Estabelecer redes de relacionamento e intercâmbio profissional e institucional;
·          Lidar com a diversidade de professores, funcionários, alunos, pais e comunidade;
·         Conviver com as resistências a mudanças;
·         Identificar as limitações e as dificuldades de seus profissionais e buscar ajuda para que possam atuar de forma eficaz;


2.2.4. Processos de gestão – diferentes concepções


Segundo Libâneo os processos de gestão assumem diferentes concepções conforme a intencionalidade em relação às finalidades sociais e políticas da educação. Em um extremo temos a concepção tecnico-cientifica e em outro a socio-critica. Conforme os últimos estudos sobre os estilos de gestão escolar Libâneo classifica quatro concepções de gestão: a técnico-científica, a auto gestionária, a interpretativa e a democrática-participativa.

Concepção técnico-científica, esta se baseia na hierarquia de cargos e funções, nas regras e procedimentos administrativos, visando sempre à racionalização dos trabalhos e a eficiência dos serviços escolares. Também conhecida em sua visão mais conservadora como administração clássica ou burocrática.

 Concepção sócio-crítica. Com exceção da concepção baseada na formação cultural e científica tendem a deslocar os legítimos objetivos da escola, ligados ao conhecimento, para as práticas de gestão, de modo que o objetivo da escola seria estabelecer relações democráticas e participativas. Carregam, assim, a ilusão de que situar os objetivos escolares nos processos de gestão democrática ou nas vivências culturais cotidianas dos alunos, não haveria necessidade de preocupação com as questões mais pontuais do ensino e aprendizagem que incidem na sala de aula, elas resolveriam o problema educativo por si mesmas.
Concorda-se que a participação é o principal meio de se assegurar à gestão democrática da escola, possibilitando o envolvimento de profissionais e usuários no processo de tomada de decisões e no funcionamento da organização escolar.
Concepção autogestionária tem base na responsabilidade coletiva sem a presença de uma direção centralizada. Existe uma tendência nessa concepção de recusar o exercício da autoridade e as formas sistematizadas de organização e gestão. Valoriza muito a capacidade do grupo criar, instituir as suas próprias regras.
Concepção interpretativa considera como elemento prioritário na análise dos processos de organização e gestão os significados subjetivos, as intenções e a interação das pessoas. Opondo-se fortemente à concepção científico-racional pela sua rigidez normativa e por considerar as organizações como realidades objetivas; o enfoque interpretativo vê as práticas organizativas como uma construção social com base nas experiências subjetivas e nas interações sociais. Privilegia menos o ato de organizar e mais a "ação organizadora" em que se vivenciam valores e práticas compartilhados.

Concepção democratica-participativa baseia-se na relação orgânica entre a direção e a participação dos membros da equipe. Acentua a importância da busca de objetivos comuns assumidos por todos. Defende uma forma coletiva de tomada de decisões, após a decisão tomada cada pessoa deve se responsabilizar por sua parte, admitindo a avaliação sistemática.



2.3. DIREÇÃO, O PROFISSIONAL:  PERFIL E ATRIBUIÇÕES


A direção escolar e compreendida como uma função desempenhada na escola, com a tarefa de dirigir a instituição, através de um conjunto de ações e processos caracterizados como políticos-pedagógicos. Cabe ao diretor coordenar, organizar e gerenciar todas as atividades da escola, auxiliando pelos demais elementos do corpo técnico-administrativo e do corpo de especialistas. Atender as leis, aos regulamentos e as determinações dos órgãos superiores dos sistemas de ensino e as decisões no âmbito da escola assumidas pela equipe escolar e pela comunidade.  

O Diretor de Escola tem de agregar um perfil profissional que lhe possibilitem várias características pessoais e funcionais dignas ao cargo trazendo para comunidade escolar qualidade no funcionamento do estabelecimento que dirige. Um bom diretor deve observar pesquisar e refletir sobre o cotidiano escolar de forma a aprimorá-lo conscientemente, compreender os fatores políticos e sociais que interferem no cotidiano escolar para promover a integração com a comunidade construindo relações de cooperação que favoreçam a formação de redes de apoio e a aprendizagem recíproca; propor e planejar ações que, voltadas para o contexto sócio-econômico e cultural do entorno escolar, incorporem as demandas e os anseios da comunidade local aos propósitos pedagógicos da escola; valorizar a gestão participativa como forma de fortalecimento institucional e de melhoria dos resultados de aprendizagem dos alunos; articular e executar as políticas educacionais, na qualidade de líder e mediador entre essas políticas e a proposta pedagógica da escola, construída no coletivo da comunidade escolar; reconhecer a importância das ações de formação continuada para o aprimoramento dos profissionais que atuam na escola, criando espaços que favoreçam o desenvolvimento dessas ações; cuidar para que as ações de formação continuada se traduzam efetivamente em contribuição ao enriquecimento da prática pedagógica em sala de aula;acompanhar e avaliar o desenvolvimento da proposta pedagógica e os indicadores de aprendizagem com vistas à melhoria do desempenho da escola, compreender os princípios e diretrizes da administração pública e incorporá-los à prática gestora no cotidiano da administração escolar.

O diretor deve possuir uma serie de atribuições das quais muitas delas depende um bom conhecimento legal, administrativo, financeiro, pedagógico e de resultados. A existência de padrões de competência é considerada uma condição básica para orientar e definir a seleção dos diretores escolares. Embora as Secretarias de Educação afirmem ter esses padrões o que se percebe é que se tratam de pré-requisitos, como tempo de serviço, qualificação profissional e experiência docente - que não garantem o domínio das habilidades exigidas para o cargo.


 CONCLUSÃO


Mediante as mudanças que vem ocorrendo no mundo globalizado, as escolas e os profissionais de educação, assim como demais segmentos, são levados a repensar as estruturas visando fortalecer as potencialidades, visto que organização e competências tornam-se fatores preponderantes para alcançar o sucesso. Para tanto a ruptura com velhos paradigmas são forçosamente necessários, ao passo que não se concebe mais uma gestão que não contemple a multiplicidade e a participação.
Assim, sabendo das atribuições do gestor, das quais muitas delas dependem um bom conhecimento legal, administrativo, financeiro, pedagógico e de resultados e entendendo a pedagogia como o campo do conhecimento que estuda a educação como um todo, nada mais apropriado que o profissional desta área se engaje na implementação dos projetos e gestão da instituição escolar.

Conforme foi dito, no decorrer das pesquisas realizadas encontramos em "Educação Escolar: políticas, estrutura e Organização" (2011), de autoria de José Carlos Libâneo, um compendio para a  " docência em formação" que pode ajudar a compreender melhor tais colocações e que por fim serviu como fonte principal desta pesquisa.





Referências






BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação. 33. ed. São Paulo: Brasiliense, 1995.

GADOTTI, Moacir. Organização do trabalho na escola. 2. ed. São Paulo : Ática, 1994.

LIBÂNEO. José Carlos. Pedagogia e Pedagogos, para quê? São Paulo: Cortez, 2004.

LIBÂNEO. José Carlos. Educação Escolar: políticas, estrutura e organização. 10. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

OLIVEIRA, Dalila Andrade. Política e gestão da educação. 2. ed. Belo Horizonte.: Autentica, 2008.

A dimensão participativa da gestão escolar

Disponível em: < http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/1383-6.pdf> Acesso em 29 de Julho de 2012.